Resenha de "Doctor Who: 12 doutores, 12 histórias"

Sabem o que é lindo? Começar o ano com uma leitura maravilhosamente boa. Pergunto-me porquê demorei tantos anos para conhecer o Doutor, mas agora que tive o prazer de acompanhar algumas de suas aventuras pelo espaço, virei fã de carteirinha - e também quero uma TARDIS para mim!

Desculpem o tamanho da resenha, mas pensei que gostariam de saber um pouco sobre cada conto. Se quiserem saber apenas a minha opinião, comecem a ler a partir da última foto.
"- Temos que avisar o Doutor - falei para Wira. A garota estava com tanto medo que nem sabia se tinha me ouvido. - Ele é o único que pode...                               Um barulho de metal foi o aviso que recebi antes de um buraco no teto abrir-se de repente e o Doutor cair, aterrissando de forma pouco graciosa sobre o piso xadrez de arco-íris. Mesmo assim, ele se levantou com toda a dignidade de um ginasta olímpico que tinha acabado de dar uma cambalhota perfeita.                                                                               - Por favor, continue - pediu ele, alegre. - O único que pode... o quê? Maravilhar as massas com sua inteligência e charme?" (O Sexto Doutor)
No primeiro conto, Uma Mãozinha para o Doutor, o capitão dos Piratas de Almas cortou a mão esquerda do Doutor e agora, ele está tentando se adaptar à sua nova e provisória mão bio-híbrida, feita por Aldridge. Enquanto espera por sua mão permanente, ele parte para uma missão com o intuito de destruir os planos dos Piratas de Almas, que estão sequestrando crianças em Londres para sugar suas energias e retirar seus órgãos. Porém, o que ele não esperava é que Susan, sua adorável neta, seria sequestrada também.

Em A Cidade Sem Nome, o caminho de Jamie McCrimoon, novo parceiro do Doutor, cruza com o de um professor em apuros, que, após ser salvo, lhe dá um livro antigo como recompensa. Ao chegar na TARDIS, que está com o Rotor Temporal danificado, Jamie presenteia o Doutor com o tal livro, mas no instante em que ele o folheia e lê a palavra Necronomicon, o livro parece ganhar vida e transporta ambos até um planeta distante e sombrio. Esse lugar é o lar dos Archons, os Devoradores de Mundos, e eles não pretendem deixar que o Doutor, seu companheiro e especialmente a TARDIS retornem.

No conto A Lança do Destino, o Doutor e sua companheira Jo estão em uma missão para "roubar" a lança de Odin na seção de antiguidades do museu e entregá-la ao UNIT (Força-tarefa Unificada de Inteligência). Porém, quando a primeira tentativa falha grandiosamente, o Doutor decide ir buscá-la na Uppsala Antiga. Nesse encontro - nada amigável - com os vikings, o Doutor e Jo vão ter de encontrar uma maneira de levar a lança e também fugir de outros perigos iminentes.

Em As Raízes do Mal, a imensa Estrutura Heligan estava adormecida - uma árvore geneticamente construída, que possui gravidade própria e na qual há uma cidade inteira vivendo entre seus galhos e folhas -, mas seu sonho de vingança está apenas esperando pelo momento oportuno. O Doutor achou que seria uma excelente ideia levar Leela para conhecer a Estrutura Heligan, visto que, como uma amazona, ela adorava árvores. Todavia, ao chegarem lá, descobrem que o Doutor não é bem-vindo e deve ser condenado à morte; enquanto isso, a imensa árvore desperta e dá início à sua esperada vingança.

 

No quinto conto, Na Ponta da Língua, durante a Segunda Guerra Mundial, em Temperance, no Maine, uma nova moda surge: os Contadores da Verdade - uma criaturinha que, ao ser encaixada na boca de alguém, diz apenas a "verdade" para a pessoa que está em sua frente. Enquanto Jonny comprava um Contador da Verdade de sua melhor amiga Nettie; o Doutor e Nyssa observavam, afinal, aquilo era impossível de estar acontecendo naquela época e agora, eles precisam resolver a desagradável confusão que paira sob a cidade.

Em Algo Emprestado, o Doutor e Peri Brown estão em Koturia para o majestoso casamento de Jonos, filho do lorde Evris, amigo do senhor do tempo. Porém, bolos e champanhe à parte, após serem recebidos por estranhos pterodátilos, o Doutor percebe que há algo estranho acontecendo em Koturia, que pode até mesmo atrapalhar o próprio casamento, e desconfia de que um inimigo já conhecido voltou com planos malignos.

Enquanto no conto O Efeito de Propagação, a TARDIS está presa em um Plexo Temporal com outras naves e a única solução encontrada pelo Doutor foi explodir a estrela ancorada ao plexo - ideia desesperada, mas válida. Quando finalmente a TARDIS saí daquele emaranhado, o Doutor e Ace são levados para um planeta repleto de Daleks, mas não aqueles robôs do mal que querem destruir e dominar tudo, e sim robôs educados, bonzinhos e altruístas. Estranho, não? Todos os demais seres que vivem com os robôs afirmam que eles são ótimos e não acreditam quando o Doutor e Ace dizem que isso não é possível. E agora? Será que os Daleks viraram bons mesmo?

Em O Esporo, no deserto de Nevada, algo está aterrorizando a cidade de Fort Casey e transformando seus moradores em líquido (bem gosmento, por sinal). O major Platt acredita que o patógeno pode se alastrar e espera ansiosamente pelo CCD (Centro de Controle de Doenças), mas quem aparece é o Doutor, que estava trabalhando para a UNIT e seguindo uma sonda que caíra bem ali. Assim que o Doutor entra na cidade contaminada e encontra a capitã Evelyn Chan, ele percebe que a situação e o tal patógeno estão perto de atingir um nível crítico e sem volta. 

Na nona história, A Besta da Babilônia, enquanto o Doutor está perseguindo um Starman, Ali o observa atentamente e, após a perseguição chegar ao fim, ela encontra e guarda uma pequena bola de prata que cai do céu assim que o Doutor desaparece. Ao retornar à Karkinos para recuperar o orbe que está com a garota observadora, o Doutor se vê em um impasse, visto que Ali só irá devolver a tal bola (imprescindível para derrotar um devorador de estrelas), se ele a levar para sua próxima missão... Assim sendo, eles partem para a Terra, mais especificamente, para a Babilônia, dois mil anos antes do nascimento de Cristo, para derrotar um Starman ainda pior e mais poderoso. 

Em O Mistério da Cabana Assombrada, o Doutor e Martha Jones vão parar em um planeta que não deveria existir. Lá, curiosamente, eles encontram quatro crianças indo fazer um piquenique e Martha se dá conta de que elas são personagens da série Os Encrenqueiros de Annette Billingsley, ou seja, isso só poderia significar que ela e o Doutor estavam dentro da história O mistério da cabana assombrada. Porém, se eles não estão na Terra da Ficção, o que poderia ter acontecido para que fossem inseridos nessa história? Conforme acompanham e desvendam o livro dos Encrenqueiros, o Doutor e Martha notam que algo está fora do lugar e, a partir daí, as coisas só pioram.

No conto Hora Nenhuma, em meados de 2010, assim que a TARDIS aterrissou no quintal da casa de Amy Pond, uma voz diz, repentinamente, que o planeta agora é propriedade do Kin e que todos morreram. Quando Amy relata ao Doutor o que a voz disse, ele tenta encontrar um ponto de divergência e faz a TARDIS retornar ao verão de 1984, o momento em que a invasão teve início. Após descobrirem que todas as propriedades da cidade foram vendidas misteriosamente, eles recebem a visita de um senhor desesperado pedindo ajuda para encontrar sua filha Polly e, ao ouvir a história do senhor Browning, o Doutor finalmente se lembra quem são o Kin... Eles ficaram presos durante muito tempo, mas agora, voltaram para dominar tudo e todos.

Na última história, Luzes Apagadas, 78351, ou apenas Cinquenta e um, tem medo do escuro (por causa da infância conturbada) e viaja sozinho em sua nave, transportando café. Em uma de suas idas ao EITC (Estação Intergaláctica da Torra de Café), ele reencontra o Doutor na cafeteria, comprando um café para Clara, e fica muito contente, pois o senhor do tempo havia salvado sua vida alguns anos atrás. Durante esse reencontro, algumas pessoas começam a morrer toda vez que as luzes se apagam na estação e agora, o Doutor e seu companheiro provisório precisam descobrir quem é esse estranho assassino.
"O Doutor tinha uma memória invejável. O único problema é que havia muitas delas. Ele já vivera onze vidas (ou mais: havia outra vida, ou não havia, na qual tentava ao máximo não pensar) e possuía um jeito diferente de se lembrar das coisas em cada uma delas."                 (O Décimo Primeiro Doutor)



Excetuando Algo Emprestado e Luzes Apagadas, os demais contos foram narrados em terceira pessoa, o que funcionou perfeitamente bem, pois assim o leitor pode ter uma visão mais ampla tanto dos personagens, como das histórias. Cada conto tem uma peculiaridade, mas todos mantiveram a personalidade marcante do Doutor, assim como o humor, que é um elemento essencial e constante nas narrativas. Confesso que ri horrores, pois ele é naturalmente engraçado, mesmo quando conta piadas sem graça!

A leitura é deliciosamente fluída e divertida, portanto, não consegui evitar e li os doze contos de uma vez - cuidado, Doctor Who é viciante. Tem a dose certa de mistério, tensão, humor e horror, com muitas sacadas inteligentes. Difícil afirmar qual deles foi o meu favorito, mas deixo em destaque As Raízes do Mal e A Maldição da Cabana Assombrada; por outro lado, o que menos me envolveu, apesar da narrativa inteligente, foi o conto Luzes Apagadas, pois achei um pouco maçante.

Para quem não sabe (e eu não sabia até ler o livro, shame on me!), sempre que o Doutor morre, ele sofre uma regeneração, ou seja, assume uma outra aparência, mas é válido mencionar que ele não pode controlar essa mudança. Assim sendo, cada conto tem como protagonista um Doutor diferente e regenerado. Apesar de serem diferentes entre si, os doze Doutores são inteligentes, carismáticos, perceptivos, divertidos, com humor maleável e extremamente bons com os outros seres.

De todos os(as) parceiros(as) do Doutor, a única que eu definitivamente não gostei foi a Ace, pois detestei a forma como ela o tratou no decorrer da história. Quanto aos outros, eles são um show à parte, foram bem desenvolvidos e deixaram as tramas ainda mais marcantes. Falando em marcante, o conto Hora Nenhuma foi o mais aterrorizante... Aquelas criaturas dão calafrios e a minha mente imaginou as piores coisas possíveis.

Se você nunca assistiu a série e não sabe muito sobre Doctor Who, não fique desanimado(a) com a leitura. Afinal, todos os contos são informativos e explicam os termos desconhecidos. Eu, por exemplo, fiquei um pouco confusa durante a leitura do primeiro conto, pois foi a primeira vez que eu tive contato com o universo do Doutor - mas resolvi isso rapidamente, bastou pesquisar no Google e acabar com a minha confusão. Já adianto para vocês que, na verdade, o Doutor tem mais de 400 anos e nasceu em Gallifrey, o planeta dos senhores do tempo.

Você pode prever que dará tudo certo no fim, mas garanto, ainda assim irá te surpreender, pois nunca acontece do que jeito que imaginou - vários contos me enganaram direitinho em alguns detalhes. Em suma, o livro é incrível, por dentro e por fora: ótimos contos e autores, personagens adoráveis e maquiavélicos, capa dura, diagramação e revisão impecáveis.
  • Escrito por Eoin Colfer, Michael Scott, Marcus Sedgwick, Philip Reeve, Patrick Ness, Richelle Mead, Malorie Blackman, Alex Scarrow, Charlie Higson, Derek Landy, Neil Gaiman, Holly Black.
  • Editora Fantástica Rocco.
  • Traduções: Regiane Winarski, Bruno Correia, Paulo Reis, Eduardo Barcelona Alves, Antônio Xerxenesky, Marcelo Barbão, Cláudia Mello Belhassof, Leonardo Alves, Viviane Maurey, Edmo Suassuna, Renata Pettengill, Viviane Diniz.
  • 479 páginas.
  • Disponível em todas as livrarias.
  • Recomendo! 
*Exemplar para resenha.

19 comentários:

  1. Interessante. Não sabia que o livro era divido em contos e olha pelas páginas, são contos bem grandinhos. Gostei da forma como você expôs cada conto, fiquei curiosa para saber mais, acho que vou gostar de Doctor Who, várias pessoas falam tão bem. :)

    Beijos.

    www.daimaginacaoaescrita.com

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  2. Só deve ser lido por quem já leu o outro livro? Ou quem não leu nada sobre Doctor Who pode ler?
    Porque eu não li Doctor Who, mas fiquei tentada a ler esse de contos.
    Adoro contos, e com essa pegada de mistério em todos eles, fiquei morrendo de vontade aqui.
    Fora o nome dos autores, gente!!! Só feras!!!

    Depois de descobrir se leigas de Doctor Who podem ler a vontade, vou me embrenhar neste aqui!

    Bjks

    Lelê - http://topensandoemler.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Lelê!

      O livro pode ser lido por todos, fãs e leigos. Fique tranquila!
      Acho que você irá adorar!
      Sim, só autores incríveis. Também adorei.

      Beijocas.

      Ps: já acrescentei essa informação na resenha, muito obrigada! :)

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  3. Oie,
    poxa não conhecia o livro e confesso que pela capa nunca leria, mas parece ser legal, mesmo eu não gostando muito de contos.

    bjos

    http://blog.vanessasueroz.com.br

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  4. Olá!!

    Ainda não conhecia o livro, mas adorei a ideia de ser divido em contos...fica menos cansativo né?

    E parabéns pelo seu post!! Tá muito completooo e muito bem escrito..rs

    Beijinhos, Bá.
    http://cafecomlivrosblog.blogspot.com.br

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  5. Oii!

    Diferente dos outros, eu não sei se um livro dividido em contos é melhor do que na íntegra. Bom, só conhecendo melhor pra dizer. Mas confesso que ainda não li nada sobre Doctor Who, mas sempre ouço comentários muito positivos sobre ele. Acho que é sucesso!!

    beijos

    http://mundo-restrito.blogspot.com.br

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  6. Rafaela, ainda não conheço o Doutor a fundo, acredita?
    Todo mundo acho Doctor Who, fala da série, mas eu nunca assisti.
    Que bom que é legal e que mesmo que às vezes previsível, tudo acontece de maneira diferente.
    Adoro livros de capa dura. Dão um tcham a mais, né?
    Acho que vou comprar o livro para começar a me inspirar no universo, hehe.

    Beijoooos

    www.casosacasoselivros.com

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  7. Oi, Rafa!
    Adoro suas resenhas! <3
    Eu não conhecia o livro, confesso. Mas fiquei mega interessado ao ler sua resenha. Adoro contos e este livro parece ser super interessante, dinâmico e inteligente. Acho pouquíssimo provável que não goste.
    Vou tentar adquiri-lo o mais breve possível.
    Abraço!

    "Palavras ao Vento..."
    www.leandro-de-lira.com

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  8. Oi Rafa! Vi Neil Gaiman, H. Black e R. Mead ali? Uau! Eu nunca assisti a série, não faço ideia de como seja o universo deste personagem, mas você falou com tanta animação do livro, que fiquei afim de ler e começar minha imersão neste mundo através dele, se gostar procuro mais material. Adorei a resenha.

    Bjos!! Cida
    Moonlight Books

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  9. Oi Rafaela,
    Comecei a assistir Dr. Who e estou gostando bastante, mas quero assistir mais algumas temporadas antes de ler o livro.
    O bom é que o fato do protagonista se regenerar a cada morte permitiu que cada escritor criasse o personagem que melhor serviria a estória, mas mantendo a essencia.
    Abraço,
    Alê
    www.alemdacontracapa.blogspot.com

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  10. Eu nem tenho ideia de quem seja heheh. Não sei se gostaria porque não gosto de livros de contos, mas como são com o mesmo personagem pode ser que eu goste e também gostei do nome dos autores que escreveram os contos. Se der vou ler.

    Blog Prefácio

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  11. Nunca tinha lido uma resenha tão completinha assim sobre este, confesso que adorei!

    Beijos,
    Caroline, do http://criticandoporai.blogspot.com.br/

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  12. Oie Rafa
    menina, tua resenha me deixou aqui como? Amei, fiquei sorvendo cada palavra, e cada sinopse dos contos, e desejando conhecer o doutor pra ontem.
    bjos
    www.mybooklit.com

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  13. Li sua resenha quase chorando, sério. Quero esse livro desde o lançamento e até cheguei a levar para o caixa no dia do meu aniversário, porém a minha mãe não queria pagar por um unico livro que custava o valor dos dois que eu estava levando. E nem adiantou resmungar e dizer que eu só levaria um, não teve jeito. O livro ficou para trás, junto com o meu coração. Li sua resenha quase surtando, imaginando como seria a minha leitura desse exemplar maravilhoso. Ele é muito perfeito. Doze contos, capa dura, Tardis na capa e tem o Neil Gaiman como autor!
    http://uminutodeverao.blogspot.com.br/

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  14. Eu sempre entro na livraria e fico querendo levar esse livro, acho a capa bem diferente e a história muito interessante, acho que essa vai ser minha próxima compra literária kkkk Beijos, gostei muito do seu blog

    http://curtindoavida15.blogspot.com.br/

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  15. Bom sabe que quem nao acompanha a serie consegue ler o livro sem problemas, adorei a capa dele é linda! Os contos me pareceram serem muito bem feitos espero ter a oportunidade de ler algum dia essas historias!

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  16. Meu irmão assiste a série e comprou o livro Shada.
    Vou ver se ele compra esse, aí vou ler alguns contos para ver se gosto.
    Parece ser legal, óbvio, não tem como ser ruim algo que faz sucesso há décadas, e agora escrito por vários autores diferentes consagrados, inclusive o grande Neil Gaiman.

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  17. Eu gosto bastante de contos, quase não leio, mas sempre que leio fico me perguntando porque passo tanto tempo sem ler se é tão bom...


    uma outra coisa bacana é a questão de serem contos de diversos autores...e só gente TOP.. rsrsrs
    a diagramação está muito bonita e por ultimo mas não menos importante eu gosto bastante do estilo/tema abordado nos contos..

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  18. Acompanho a série desde que eu era bem pequena e sou apaixonada pelo Doctor (lê-se com o sotaque britânico e voz do Tennant). Resenha maravilhosa, me segurei pra não sair na briga com uma amiga por ter falado mal dessa obra-prima haha bjx

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